O que precisa virar regra
Definir o que o agente faz, o que não faz, quais sistemas toca e onde precisa de aprovação humana.
Entregável não pode ser “funcionou bonito na demo”. Precisa ter teste, aceite, documentação e limite de correção.
Separar implantação, suporte, manutenção, evolução e emergência. Tudo no mesmo balde vira areia movediça.
Cliente precisa saber o que fica com ele: documentação, prompts, fluxos, dados, histórico, acessos e continuidade.
O que não vender
Evitar
- “Agente autônomo que vende sozinho.”
- Promessa de resultado comercial sem controle de oferta, tráfego, atendimento e operação.
- Projeto aberto com suporte ilimitado disfarçado de parceria.
- Automação crítica sem humano no loop.
Preferir
- Diagnóstico operacional com mapa de agentes possíveis.
- Pré-venda assistida e SDR supervisionado.
- Atendimento interno com escalonamento humano.
- Automação com logs, permissões e fronteiras claras.
Decisão para a reunião
Transformar estes pontos em uma página padrão de proposta/contrato da Júpiter: promessa, escopo, limites, responsabilidades, suporte, aceite e autorização de case.